I’m Here.

5 Fev 2011 Uncategorized

OOOOOOOOOOOOOI!

Puxa, tanto tempo sem vir aqui que quase esqueci como é escrever (er… aqui).

Mas enfim, fiquei pensando e buscando uma inspiração decente mas não consegui nenhuma, então decidi que vou fazer críticas (uuui) de livros, filmes e outras coisinhas que eu quiser no blog. Tá, não é beeem uma crítica, mesmo porque minha área não é essa, vou comentar (:

E pra começar essa “sessão” vou falar de um curta-metragem chamado I’m Here, sob a direção de Spike Jonze em parceria com a Vodka Absolut (pois é, vodka).  O curta se passa nas ruas de Los Angeles e conta a história de amor entre dois robôs, interpretados por Andrew Garfield e Sienna Guillory. É uma amor tão bonito, puro, inocente… Os personagens foram muito bem construídos (olha o trocadalho!), principalmente os protagonistas. Não sei se eu faria, se pudesse claro, tudo o que um fez pelo outro, mas me apaixonei pela história e até chorei, sim, eu sou chorona, como se alguém ainda não soubesse disso. Aliás, quem não chorar não tem coração e vai arder no mármore do inferno por toda a eternidade.

Pra assistir o filme basta entrar no site dele, é super fácil e prático, o único problema é que tá em inglês, então nem todos vão entender, o que é uma pena… Mas tá, pra quem quiser ver é só clicar na imagem.

Espero que gostem.

Every new beggining…

26 Out 2010 Uncategorized

Clip áudio: É necessário o Adobe Flash Player (versão 9 ou acima) para ver este clip. Faça download da última versão aqui. Também precisa de ter o JavaScript ligado no seu browser.

O tempo vai passando, a gente envelhece, aprende coisas novas e esquece coisas antigas. Faz novas amizades e deixa algumas no passado, muda de opinião, se desfaz dos sapatos que não cabem mais e compra novos. A vida é cheia de altos e baixos, há dias alegres e ensolarados e aqueles dias em que nos sentimos o pior ser de TODA a criação.

O tempo passa, sim, eu sei que já disse isso, mas repito porque isso é algo imutável. Ele passa e nos passamos com ele. Sei que tem dias em que queremos que tudo pare e um determinado momento se torne infinito, ou então desejamos voltar no tempo e reviver horas de alegrias e prazer. Nem sei muito bem o que escrever, comecei esse post sem ter uma ideia específica, mas acho que o que quero dizer vai realmente muito além do que eu acho que consiga. Ah, tá uma confusão sem tamanho e não sei se todos vão conseguir entender o real significado disso tudo.

Enfim, voltando, as coisas acabam. Nada é feito pra durar pra sempre e, com um ciclo da minha vida que parecia interminável chegando ao fim, me dou conta disso cada vez mais e mais. Sim, estou falando da escola.

Eu contava as horas pra acabar (ainda conto, pra dizer a verdade), riscava dias do calendário e fazia planos de comemoração (é, ainda faço esse também) mas poxa, agora que cheguei na reta final eu começo a ficar com medo.

Medo do vestibular, de não passar no vestibular, de passar e achar o curso uma porcaria e ter que recomeçar; medo de não ter mais meu antigo colégio, de não ver pessoas por quem sempre tive consideração e de ser esquecida; medo do mundo real e adulto mais competitivo a cada dia que passa e medo de não conseguir me inserir.

Acho que quero desejar boa sorte e luz a todos, independente do caminho que cada um vai seguir e do relacionamento que tivemos, pois agora só nos resta curtir o frio na barriga que dá e tentar compreender que tudo tem início, meio e fim.

Wrong Way

20 Set 2010 Uncategorized

Genteeeem, depois dessa correria toda do Festival de Curtas do Colégio, o grande vencedor de 2010 aparece por aqui. Sim, foi mais que merecido, o grupo todo tá de parabéns, em especial a minha chorona, né Bruna? (:

Sem mais delongas, com vocês Wrong Way.

Love, love me do

3 Set 2010 Uncategorized

Ah, o amor.

Há três tipos de amor, o Ágape, que é o amor de Deus por nós;  o amor Philos, que é o amor fraternal, que se manifesta entre pais, filhos e amigos; e há também o amor  Eros, que é o amor que se sente quando estamos apaixonados, quando nosso coração bate mais forte, uma simples lembrança tras o mais alegre dos sorrisos , faz o coração acelerar, e dá até um arrepio no corpo inteiro. Esse é o amor ao qual eu me refiro.

Que palavrinha mais repetititiva, mas o que é amar afinal?

Amar é se integrar de corpo e alma a um sentimento, é correr atrás sem ligar pro que os outros possam pensar ou dizer, é se sacrificar pra fazer com que a pessoa amada seja feliz.

Tudo isso parece tão clichê, tão comum de se ver por ai, mas quem sou eu pra dizer o que é amor??

Sou tão nova pra isso, mas acho que posso dizere que até hoje amei duas pessoas assim, uma que fez coisas maravilhosas por mim, tornou-se um amigo incrivel, e as vezes fico desapontada comigo por ter estragado tudo o que tinhamos, afinal sei que a culpa foi minha; e meu segundo amor… esse eu sei que nunca vou esquecer. Não importa o que aconteça, quanto tempo passe, quantas pessoas entrem e saiam da minha vida, jamais vou me esquecer de tudo que vivi, de todos os momentos alegres, dos momentos tristes, das despedidas, lágrimas e beijos.

Toda garotinha sonha em conhecer o principe encantado, um rapaz lindo, inteligente, engraçado, charmoso e alguns outros adjetivos, ou seja, um rapaz perfeito. Depois de conhecê-lo aprendi uma coisa: não há uma pessoa certa para cada um de nós no mundo, nós encontramos uma pessoa e a transformamos na pessoa certa. Não digo que idealizamos, mudamos a maneira de ser do outro nem nada disso, nós apenas nos adaptamos. Fazemos tudo que está ao nosso alcance para ser perfeito para quem amamos.

O amor não machuca; a desconfiança, o receio, a mágoa, a saudade, infidelidade, imcompreensão, essas coisas machucam; o amor é a cura para tudo isso.

Tinha que ser

29 Ago 2010 Uncategorized

Ele era um cobrador de ônibus da linha 1404 lá em BH. Passava horas sentado naquele banco, contando dinheiro e devolvendo o troco das pessoas, não era o trabalho mais interessante do mundo, mas era seu ganha-pão.

Certo dia ele viu uma jovem entrar, cabelos negros e compridos. Muito bonita. Ela pagou sua passagem e sentou no banco bem atrás do dele, apoiou os pés naquela caixa que fica embaixo do banco e tirou um livro da bolsa.

Ele não conseguia parar de olha-la. Teve que falar com ela:

-Olá.

-Olá.

- Esse livro é bom?

-É sim! Estou quase no final, mas ele é tão bom que leio bem devagar pra economizar paginas.

Ele riu. Como não poderia rir? Ela parecia inteligente e era engraçada.

-Não ria! Eu realmente não quero que ele acabe, é uma coleção e esse é o ultimo.

-E sobre o que fala esse livro?

- Bom, é sobre uma gar…

-Desculpe interromper, mas nos gostaríamos de pagar a passagem.

-Ah sim, me desculpe senhor! – disse o jovem, e virando-se para a moça – só um minuto e você continua me contando.

-Tudo bem, eu me distrai, quase perdi meu ponto.

-Ah, então ‘tá’, divirta-se com o livro.

-Pode deixar. – e dizendo isso saiu.

No dia seguinte a mesma coisa aconteceu. A moça entrou, pagou passagem, sentou-se no mesmo lugar e abriu o livro.

-Puxa, você realmente está economizando páginas.

-Ah, olá! Eu não o vi, estava tão focada no final da historia que não prestei atenção.

-Tudo bem, não quero atrapalhar sua leitura.

-Mas você não me atrapalha, assim é melhor que a emoção aumenta.

-Ei, nos conversamos ontem e eu percebi que não sei o seu nome.

-Isso é porque eu não te falei como me chamo.

-Ok, essa doeu – pensou o rapaz – é, você realmente não disse. Desculpe.

-Tudo bem.

-Acho que seu ponto é o próximo.

-Ah, obrigada por me lembrar. E antes que eu me esqueça, é Laura. – e saiu.

Essa era a segunda vez que ele a via e já era quase impossível não pensar nela. Laura era um nome tão bonito, combinava perfeitamente com ela. Ele mal podia esperar para vê-la novamente.

-Boa tarde Laura.

-Boa tarde cobrador.

-Hahahaha, você saiu correndo ontem e não deu tempo de te dizer o meu nome. Oi, eu sou o Luiz.

-Prazer.

-Sim, prazer.

-Ah, que rotina mais agradável – pensou Luiz, poder vê-la todos os dias, conversar, ouvir a risada e ver o brilho incrível que seus olhos tinham.

A garotinha estava tão ansiosa que não conseguia se conter :

-‘Tá’ mamãe, conta logo, fiquei curiosa.

-Eles se viam todos os dias, até que ele a convidou pra sair.

-Eles ficaram juntos?

-Ficaram.

-Para sempre?

-Sim, para sempre. –pensou Laura.

Ih, caramba, uma bicicleta humana

16 Ago 2010 Uncategorized

O que diabos aconteceu com a musica? Sério mesmo, afinal saímos de Legião, Cassia Eller, Nando Reis e outros fodões da musica brasileira direto para Restart, Cine, MC Créu e derivados.

Atualmente qualquer um pode ser cantor, saber cantar não é necessário (seria tolice minha dizer que é), no entanto há alguns itens indispensáveis. Preste muita atenção, pois o primeiro ponto é o principal: faça rimas esdrúxulas (‘’Dance a dança da mãozinha e no final vai dar uma rodadinha [...]’’ ou ‘’ Créu, créu, créu [...]’’); diga algo relacionado a amor (‘’ Ah, essa paixão virou chiclete me grudou em você, o meu coração virou tiete que só pensa em você [...]’’, ‘’Sorria que o prazer já vem vindo, sorria, o nosso amor tá tão lindo [...]’’); se quiser atingir garotas entre 05 e 14 anos, seja magricela, tenha cara de criança, use roupas coladas e/ou coloridas; caso queira um publico mais velho (e alienado), seja vulgar (‘’E no local do trepa-trepa eu esculacho a tua mina[...]’’). Caso você seja mulher é ainda mais fácil! Use roupas curtas de modo que seu útero fique visível e mexa a bunda. Fácil não?

Tenho varias outras coisas pra dizer, mas não consigo coloca-las em palavras agora e não quero adiar o post (blog começando e eu estou empolgada: D), finalizo com uma criação genial cantada pelo grupo Asa de Águia (foi o que o google disse, mas eu não tenho certeza)

Eu fui perguntar pra ela meu amor
Se a dança da manivela ela topou
Dizendo que aqui tá quente
Aqui tá frio
Muito quente, aqui tá frio
Aqui tá quente, aqui tá frio
Muito quente, aqui tá frio.

Mais um hoje

15 Ago 2010 Uncategorized

Fim de semana, puxa, que delicia.

Nem sempre.

Hoje é domingo, estou doente e não tem nada que eu queria fazer. Minto, não há NADA para fazer.  Já dizia o sábio PC  Siqueira,  domingar é foda! Nunca vi um fim de semana tão longo, nunca me senti tão ansiosa (acredite se quiser) para uma segunda-feira. Não sei se estou assim por causa desse fim de semana ou porque me cansei do tédio, da monotonia e da mesmice. Quero voltar pra época em que eu não tinha tempo para nada, que todo dia eu acordava e pensava:’’ Hoje o dia vai ser longo.’’ e não: ‘’ Argh, hoje essa bosta de dia vai ser longo!’’

Quero me sentir cansada de fazer algo e não de não fazer nada, quero ter milhares de livros e não ter tempo de ler nenhum, quero ter milhares de lugares pra ir e não ir a nenhum deles, quero não dormir tanto tempo, ficar acordada até tarde pra poder ter tempo  de fazer coisas que eu normalmente não faço, mas como não posso, vou querer fazer.

Acho que não faz muito sentido e que quando eu reler esse texto não vou entender muita coisa, mas e dai, quem disse que tudo tem que ter sentido?